Deus tem sempre um caminho!!

"O HOMEM QUE TRABALHA O POVO NÃO ESQUECE"

BISPO MORAES



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

VIDA EM FAMÍLIA










VIDA EM FAMÍLIA - KIDS

CELULAR:criança deve ou não usar?
Liberdade ou meio de controle

O que um dia foi um equipamento utilizado somente por adultos por conta de seus compromissos passou a ser um acessório inseparável das crianças. As empresas de telefonia investem em tecnologia e modelos para todos os tipos e gostos, atraindo a garotada. Mas será que os aparelhos celulares são mesmo apropriados para serem usados na infância?

As opiniões de pais e especialistas se dividem. Para muitos pais, quando o assunto é a segurança dos filhos, o telefone móvel é um instrumento indispensável, pois assim podem monitorá-los.

Por outro lado, especialistas consideram que o uso do aparelho na infância pode prejudicar as crianças, distraindo-as e antecipando hábitos que elas só teriam em idades mais avançadas. Mas, para eles, orientá-las quanto à utilidade é melhor do que impedi-las de usar o telefone. Nesse sentido, há quem defenda que a idade ideal para uma criança utilizar o celular é a partir dos 13 anos, quando já entende melhor as regras.
Muito já se especulou a respeito dos efeitos prejudiciais do celular à saúde, porém ainda não há estudos conclusivos sobre o tema.

Dicas para os pais quanto à utilização do celular pelas crianças:

Explique que o uso do aparelho tem um custo;
Oriente seu filho a usá-lo somente em caso de necessidade, e com conversas rápidas;
Alerte-o para não utilizá-lo durante as aulas;
Controle os gastos feitos com ligações e outros serviços oferecidos pela empresa de telefonia.

De sua opinião.

UMA MENSAGEM SOBRE A SOLIDÃO











MENSAGEM
LIDANDO COM A SOLIDÃO
“Nunca o deixarei; nunca o abandonarei” (Hebreus 13.5).
Anos atrás acordei às duas da manhã com profundo sentimento de solidão. Era uma experiência emocional nova para mim. Marion, minha esposa de 53 anos, estava morrendo no hospital, vítima de complicações de Alzheimer. Um escritor da antiguidade expressou minha “fornalha de aflição” no Salmo 102:6-7: “Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como o mocho nas solidões. Velo e sou como o pardal solitário no telhado.” Sentia-me isolado, distante dos amigos, consumido pelo vazio e pela perda. Como já foi dito, não sem motivo, a palavra "solidão" (em inglês, loneliness) foi considerada a mais triste da língua inglesa. Seu som evoca tristeza.
Segurando uma xícara de café, sentei-me no escuro do escritório, onde geralmente desfrutava de um tempo a sós com Deus em meu tempo de quietude matinal. Aquela ocasião, porém, parecia diferente. Eu me sentia profundamente só, desconectado de todo e qualquer relacionamento. Há uma diferença importante: solidão é algo involuntário, não desejado. O estar só, a quietude, é algo voluntário, uma opção deliberada. Solidão é sempre negativa; estar só é positivo e restaurador. Solidão provoca sentimentos de depressão; quietude geralmente promove inspiração. O Salmo 102 enfatiza esta diferença.
Por exemplo, o que um pelicano melancólico estaria fazendo no deserto? Seu lugar é próximo ao oceano, apreciando os borrifos refrescantes de água. O que um mocho solitário estaria fazendo ali? Este pássaro noturno ama as árvores da floresta ou se empoleirar no alto de postes telefônicos para avaliar sua presa. E o que o pardal solitário estaria fazendo no telhado? Este conhecido e ágil passarinho vive em comunidades. Onde houver pessoas ou edifícios ali encontraremos esta criatura gregária. Teria perdido seu companheiro? Estaria doente? Ou fora rejeitado pelo bando? Os três pássaros são retratados fora de seu habitat, seu ambiente familiar. Seria compreensível que cada um experimentasse sentimentos insuportáveis de isolamento e solidão.
Também encontramos exemplos humanos nas Escrituras – indivíduos solitários, embora não estivessem sozinhos: Jacó lutando com Deus; José no poço e na prisão; Moisés no deserto; Elias no monte Carmelo; Jó assentado em cinzas; Jonas no ventre do peixe; Jeremias no fundo da cisterna; Jesus no Calvário. A mais profunda declaração de solidão foi proferida por Jesus quando Ele perguntou ao Seu Pai: “Por que Me abandonaste?” (Mateus 27.46).
No Salmo 73, Asafe, compositor e líder do coral no reinado de Davi, descreveu sua própria luta mental quando a vida lhe parecia por demais injusta. Ele escreveu em resposta aos seus próprios desapontamentos e sua crise de fé. Este salmo me proporcionou conforto durante a aflição e solidão de anos atrás. Ele oferece estas promessas:
 A presença de Deus - “Contudo, sempre estou contigo; tomas a minha mão direita e me susténs” (verso 23).
 A proteção de Deus - “Tu me diriges com o teu conselho, e depois me receberás com honras” (verso 24).
 A Pessoa de Deus - “E na terra, nada mais desejo além de estar junto a Ti” (verso 25).
Talvez você esteja experimentando tempo de profunda solidão neste momento, em seu trabalho ou em seu lar. É possível que se sinta desorientado ou abandonado, sem um único amigo em que se apoiar. Lembre-se da promessa de Deus a Seus filhos: “Nunca o deixarei; nunca o abandonarei” (Hebreus 13.5).

terça-feira, 14 de setembro de 2010

A BÍBLIA E O DINHEIRO PARTE 2















• Ecl. 5:10 - para o dinheiro em si é impossível satisfazer a alma. Isso só pode ser feito por Deus.
• Lucas 19:1-10 - Zaqueu. Resultou em uma vida desonesta e de má fama
• Mat. 28:11-15 - os soldados na cruz de Cristo amaram mais o dinheiro do que a verdade, foram levados para uma vida de mentiras
• Gên. 13:7-11- Ló desejou ter o melhor para si. Ló foi levado à uma vida comprometida.

2. Torpe Ganância
Dinheiro não é, em si, torpe ganância. Como já estudamos, o dinheiro obtido de maneira honrosa e para usos de responsabilidade, é uma benção
OBS:. A torpe ganância não é o dinheiro mas a atitude que o homem tem em relação ao dinheiro; é ganhar dinheiro de um modo vergonhoso. Quando o alvo principal é ganhar dinheiro, não importando as maneiras usadas para obtê-lo, fica evidente a caraterística que a Bíblia qualifica torpe ganância. O que diz a Bíblia sobre este assunto e quais são os casos mencionados por ela?

• Usura ou suborno - Salmos 15:1-5 • Mercadores no templo - Mat. 21:12, 13
• Judas Iscariotes - Mat. 26:14-16 • Ananias e Safira - Atos 5:1-10

As qualificações de pastores incluem a qualificação, “não cobiçoso de torpe ganância” (I Tim 3:3; Tito 1:7) pois Deus quer que os crentes tenham exemplos em vida como devem viver. Os pastores tem uma maior responsabilidade diante de Deus e do povo de viver segundo as Escrituras (Mar 12:38-40).

3. Falta de usar corretamente
Há um perigo não apenas pelas atitudes que se torna em relação ao dinheiro mas também em relação ao seu uso. Considere os seguintes casos para ter uma instrução de como não usar o dinheiro.

• Ter só para si - Luc 12:13-21; Prov. 11:24
• Deixar de ser inativo ou não usar com sabedoria - Luc 19:11-27
• Ter propósitos errados - Atos 8:17-20

4. A Esperança Errada Mat. 19:16-24
Sempre colocamos a nossa esperança em algo que se não vier a acontecer trará grande tristeza e descontentamento. Não podemos esperar do dinheiro o que ele não pode ser.
O gozo vem de Deus, é fruto do Espírito Santo (Gal. 5:22). Há uma tendência do homem de procurar um atalho para ter o gozo sem passar por Deus. Freqüentemente o homem procura alegria no dinheiro. Salomão, tinha mais dinheiro do que a maior parte de nós, e também procurou o sentido da vida nas possessões que o dinheiro podia fornecer. O resultado foi nenhum proveito debaixo do sol (Ecl. 2:4-11). O amor ao dinheiro desvia-se da fé, e traz muitas dores (I Tim 6:9, 10). Não adianta buscar do homem coisas que só vêm de Deus. Se você tiver alguma dúvida sobre o assunto busque o conselho de Acã (Josué 7), Ananias e Safira (Atos 5), e de Judas Iscariote (Mat. 27:3-5).
O homem também procura segurança no dinheiro. O dinheiro, para muitos, torna-se uma cidade forte ou “como uma muralha na sua imaginação” (Prov. 18:11; Luc 12:18-21). Mas esperar o dinheiro ser algo que ele não foi desenvolvido para ser traz muita decepção para aqueles que pensam assim. O perigo é ter uma falsa esperança no dinheiro. Por isso Paulo instruiu a Timóteo para ele avisar aos ricos deste mundo para que não ficarem “altivos nem ponham a esperança na incerteza das riquezas” pois na verdade a segurança vem de Deus “que nos dá todas as coisas para delas gozarmos” (I Tim 6:17; Heb 13:9; Tiago 1:11).

II. O DINHEIRO NO LAR
Temos estudado até aqui o que diz a Bíblia sobre as bênçãos e os perigos do dinheiro. Queremos agora dirigir a nossa atenção para o que diz a Bíblia sobre o dinheiro no contexto do lar.

A. O Direito do Dinheiro no lar
Quem é que tem direito de ter dinheiro no lar? Pode alguém pensar que por estar num lar tem direito de ter parte do dinheiro do lar? Os princípios do dinheiro abençoado não mudam quando pensamos no dinheiro no contexto do lar. Ainda é a verdade que “digno é o operário do seu alimento” (Mat. 10:10) até no lar. Paulo ensinou essa verdade aos Tessalonicenses dizendo “se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (I Cor 3:10).
Há um pensamento que diz que os pais são obrigados a dar mesadas aos filhos. Há um princípio por de trás deste pensamento de que os filhos devem aprender a controlar o dinheiro e quanto mais cedo melhor. Se o princípio é ensinar os filhos a respeitar o dinheiro, então nada melhor do que eles ganharem o dinheiro pelo seu trabalho. Sempre há tarefas extras no lar que qualificam uma fonte que pode lhes fornecer dinheiro. Se o filho trabalha para obter o dinheiro, ele o respeitará muito mais e quanto mais cedo melhor. Se o filho se recusa a trabalhar para obter o que ele quer, ele já pode desde cedo aprender o resultado de tal atitude: ficar sem. Isso não é uma crueldade, é equipar o filho para a vida real.

B. A Distribuição do dinheiro no lar
O homem é o principal trabalhador no lar e usualmente é dele que vem a maior parte da renda. Ele sendo a cabeça do lar, e o que fornece a renda, deve ter a responsabilidade de decidir como tal renda deve ser usada. Todavia, ele não é o único que trabalha no lar. A esposa fiel e responsável para com o marido e para com a família também trabalha. A ela pode ser confiada parte da renda para os cuidados do lar como ela achar necessário. Isso significa dar a ela “do fruto das suas mãos” (Prov. 31:11,12,31).

C. A Provisão de dinheiro no lar
Quem é que deve gerar a maior parte da renda no lar? O princípio do homem ser a cabeça do lar não é relacionado a dinheiro. É ele quem tem a responsabilidade e geralmente a maior capacidade física e disposição para enfrentar os desafios da vida fora do lar. Há casos em que a mulher gera mais renda que o marido, porém esses casos são exceções e não a regra geral. A ordem que a Bíblia mostra para que o lar seja sustentado é:

1. Da cabeça do lar - a maior parte (I Cor 11:3)
2. Da mulher do lar - a menor parte
3. Dos filhos do lar - recompensar seus pais (I Tim 5:4)

D. O Orçamento do lar
I Cor 14:40, “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”
II Cor 8:21, “Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens.”
Alvo: Viver Dentro de Suas Possibilidades

1. Considerando o Orçamento
(Veja o orçamento anexo)
O alvo do orçamento é viver dentro de suas possibilidades financeiras. O orçamento foi desenvolvido para dar uma visão mês a mês da sua maneira de viver em comparação as suas capacidades financeiras.
Para haver um orçamento funcional é necessário um equilíbrio entre necessidades, preferências e desejos. Necessidades são aquelas despesas indispensáveis para o funcionamento normal do lar (alimentação, vestimenta, moradia, atenção médica, escolaridade, etc.). Preferências são as decisões que podemos fazer sobre a qualidade dos bens que sentimos como necessários (vestimenta social em vez de vestimenta escolar, filé mignon em vez de hambúrguer, um carro novo em vez de um carro usado, etc. Considere I Ped 3:3,4). Desejos são aquelas coisas que podem esperar até que as necessidades sejam supridas (uma segunda casa, móveis novos para a casa inteira, forno microondas, etc. Considere I João 2:15,16).
Sempre existem barreiras que nos limitam a atingir qualquer alvo. Há aquela pressão social em adquirir mais bens e também existe a atitude de que só o melhor de tudo é melhor. Essas são barreiras que nos limitam ter um orçamento bem ordenado. O crédito para adiar decisões importantes e difíceis também pode ser uma barreira limitante para atingir o alvo de qualquer orçamento. Se estamos precisando de constante crédito é uma indicação que estamos vivendo fora das nossas possibilidades. Por último não ter um fundo para emergências também pode ser uma barreira para cuidar das necessidades de uma família e viver dentro das possibilidades financeiras.
Se não estamos cientes das barreiras e se não temos um equilíbrio preciso entre as necessidades, preferências e os desejos, chegaremos a um ponto em que a renda será quase que insuficiente para as despesas. Não há uma fórmula mágica ou segredo.
Quando se pensa em fazer um orçamento, pode ser que os pensamentos exagerados invadam o seu raciocínio e destruam os seus princípios fundamentais. Devemos sempre lembrar que nunca um orçamento deve ser enquadrado como uma camisa de força e nem uma arma para ferir um ou outro membro da família. O orçamento não foi desenvolvido para desanimar ninguém na família mas contrariamente, foi formulado para estimular a consistência procurando atingir alvos reais e flexibilizar o manejo da renda no lar. Se o orçamento for entendido de outra forma, é preciso um melhor entendimento.
Se vamos fazer algo decentemente e com ordem como a Bíblia nos pede, devemos ter um plano. Todavia, um bom plano sempre requer ação, auto controle e pode até requerer sacrifícios.

2. Reconhecendo as Divisões do Orçamento
O orçamento ideal deve ser divido em três partes: Primeiramente entra na divisão Deus e o governo. Em segundo lugar a família e as dívidas. Por último há expansão. Vejamos estas três:
a) Deus e o Governo. Devemos colocar Deus em primeiro lugar onde Ele merece e deseja estar. Até mesmo com assunto do planejamento do nosso dinheiro podemos servir ao Senhor. (Mat. 6:33; Malaquias 3:8). O governo também merece a sua parte. Bem ou mal, o governo é um instrumento que Deus estabeleceu para cuidar de nós (Rom 13:1-7; Mat. 22:21).
b) Família e Dívidas. Depois de Deus e do governo vem a família (I Tim 5:8) e o cumprimento da nossa palavra (dívidas, Sal 37:21)
c) Expansão. Esta só acontece depois de cuidarmos dos primeiros dois pontos e inclui investimentos, poupança, multiplicação de bens e ajuda extra aos outros (II Cor 8:14).

3. Começando o Orçamento
Antes de colocar o plano em andamento, é necessário um levantamento atual sobre renda e gastos. Talvez seja necessário um mês para perceber com exatidão onde a renda está sendo utilizada. Depois que você já sabe em quais ralos está indo o dinheiro no lar todos os meses e necessário determinar quais são os alvos e as ações que vamos implementar para atingirmos os alvos.

4. Planejando o Orçamento

a:) Deus e o Governo
1) Dízimo - Dando a Deus a primeira parte (no mínimo 10%).
2) Imposto - Dando às potestades a devida parte .

b.) Família e Dívidas
1) Moradia - não deve ultrapassar 35% do total que se tem para gastar. Inclui tudo relacionado a moradia: gás, água, IPTU, manutenção, prestação/aluguel.
2) Alimentação - usualmente consome aproximadamente 15% do total que se tem para gastar. Inclui tudo que está relacionado usualmente a cozinha e o banheiro. Não inclui marmitas ou despesas no restaurante.
3) Transporte - 15% do total que se tem para gastar. Despesas com carro, seguro do carro, gasolina, manutenção, poupança para a troca do carro. Ônibus e taxi inclui-se aqui.
4) Seguro - com 5% do total que se tem para gastar. Seguro medico, hospitalar. Não se inclui seguro de carro ou de casa neste item.
5) Dívidas - usando 5% do total que se tem para gastar, quitando as dívidas mês a mês com a quantia que der para satisfazer as contas e o seu orçamento. Se houver grandes dívidas, pague primeiro as menores e depois vá parcelando as maiores. Esse item não inclui dividas de carro ou de moradia.
6) Lazer - 5% do total que se tem para gasto com restaurante, hobby, clubes, equipamento para esportes, poupança para as férias. Se o seu orçamento não permite muito lazer, reduza a porcentagem mas não elimine-o. O lazer é necessário para que todos na família mantenham um equilíbrio saudável.
7) Vestimenta - um nível de 5% de tudo o que se tem pode-se gastar. Um mínimo de R$10,00 por pessoa a cada mês deve ser programado.
8) Poupança - 5% do total deve ser poupado para emergências.
9) Médico - 5% do total que se tem para gastar deve ser estipulado para gastos médicos tais como medicamento, dentista, ótica, e gastos com médicos.
10) Outros - Geral - este item inclui gastos com um limite de 5% de tudo o que se tem para gastar destinado a que não cabem em outros itens tais como despesas com cabeleireiro, presentes, miscelânea, etc.
11) Escola - nem todos têm despesas extra todo mês com mensalidades escolares, mas quem tem crianças tem despesas com material escolar. Dependendo da sua situação estipule o necessário para cuidar das despesas mês a mês.
12) Investimento - aposentadoria, e outros desejos ( bens, terras, casas). Deve ser programado depois que os outros itens estiverem supridos.

C.) Expansão
1) Extra - se sobrar dinheiro: ofertas extras à igreja, projetos mais ambiciosos, mais investimentos. Se não tiver planos para qualquer extra, faça aplicações.

As despesas maiores são de moradia, alimentação, dívidas, vestimenta e médico. Se você tiver mais gastos do que renda, será necessário repassar o orçamento cortando o que não for tão necessário para que tudo saia bem. Usar crédito, consolar as dívidas, ou fazer empréstimos não são maneiras aceitáveis para se resolver a situação. Ganha-se mais ou gasta-se menos. Não há outra solução.
É necessário lembrar que nenhum orçamento nunca chega a ser perfeito. Mas ele pode sempre guiar-nos a perfeição.

É melhor planejar e falhar
do que
falhar não planejando

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE O DINHEIRO NO LAR - PARTE 1















O Que Diz
A Bíblia Sobre O Dinheiro no Lar

Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, ajuntando duas pessoas de maneiras especificas para formar uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente é formado pelo amor exercido por todos os membros da família cria o que chamamos de “lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, a forma como caminha o lar caminha o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.

Tal lar, tal mundo

Reconhecendo a existência e a influência do pecado, sabemos que nem todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos que um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo que Deus tem para nós no relacionamento entre a família.

I. O DINHEIRO NA BÍBLIA
O Dinheiro foi usado por Abraão (Gên. 23:2,6), Jesus (Mat. 17:24-27), reis, discípulos e pelos apóstolos. O dinheiro é mencionado tanto no contexto de benção quanto de perigo. Para entendermos a atitude que devemos ter em relação ao dinheiro no lar convém elaborarmos um estudo para sabermos o que diz a Bíblia sobre o assunto.

A. As Bênçãos
Quando se fala em dinheiro na igreja ou a atitude é a “coleta para a igreja” ou “a torpe ganância”. Como dizem alguns sábios ‘há uma valeta nos dois lados da rua’, podemos ver que quando se fala em dinheiro há exageros tanto de um lado quanto do outro. Muitas vezes os exageros se esquecem de fatos da realidade e da verdade. O dinheiro é uma benção de Deus entre os justos na terra onde houve muitos ricos (Abraão, Gên. 13:6; Jó, Jó 1:1-3; Rei Davi e Rei Salomão; José de Arimatéia, Mat. 27:57). De onde vem o dinheiro que é abençoado por Deus? O dinheiro e o trabalho andam juntos.

“E procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado; Para que andeis honestamente para com os que estão de fora, e não necessiteis de coisa alguma.” I Tessalonicenses 4:11,12


1. Trabalho abençoado
“Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva a pobreza.” Provérbios 14:23
Desde a criação do homem já havia trabalho a ser executado. Antes do pecado o trabalho não era uma obrigação (Gên. 1:28; 2:7) mas depois do pecado, o trabalho tornou-se obrigatório para a sobrevivência (Gên. 3:17-19). Por causa da natureza pecaminosa que o homem possui ele quer rebelar-se contra a realidade da necessidade de trabalhar para sobreviver. O homem sempre está procurando receber sem trabalhar ou como a Bíblia diz, comer sem trabalhar (II Tess 3:10).
Mas, mesmo o trabalho sendo obrigação não significa que ele seja desgostoso. Quando o trabalho agrada a Deus, até um servo pode em muito servir ao Senhor (Fil. 2:7). Muitas vezes as atitudes determinam se um trabalho é abençoado ou não. A atividade em si nem sempre traz bênçãos de Deus. Seria bom lembrarmos a parábola dos talentos para entendermos que o mínimo esforço e uma atitude errada não têm nenhuma virtude (Mat. 25:14-30). O fruto do trabalho abençoado é doce mas o trabalho alheio traz ganho que vai para (Ageu 1:6).
“Digno é o obreiro do seu salário.” I Timóteo 5:18

Que tipo de incentivo ao trabalho pode ser aceito como sendo bíblico para que o trabalho seja abençoado? A reposta é: Quando um trabalho cujos frutos honram e louvam a Ele e tem por finalidade suprir as necessidades pessoais, as necessidades da família ou de apoiar a obra de Deus. Vejamos o que diz a Bíblia sobre cada um destes pontos.
a) Suprir necessidades pessoais
Gên. 23:16, Terreno - sepultar a família (planejamento para o futuro)
Mat. 17:24-27, "não escandalizemos" - pagar tributos
Atos 18:3; 20:34; 28:30 (I Tess 2:9; II Tess 3:8) - Paulo - “para não ser pesados a nenhum de vós”
I Tess 4:11,12, "não necessiteis"
b) Suprir necessidades da família
Gên. 42:2,25 - irmãos de José, com dinheiro para comprar mantimentos, “para que vivamos e não morramos.”
Rute 2;17,18 - Rute - trabalhava para ter o que era necessário para sustentar a ela e a Noemi
II Reis 4:1-7 - viúva com a botija de azeite - “Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida;”
Prov. 31:13,14,19,24,31, "Faz panos . vende-os."; A mulher trabalha em casa (v.13,15)
I Tim 5:4, "recompensar seus pais"
I Tim 5:8, "Cuidado da sua família"
c) Apoiar a Obra de Deus.
Gên. 14:20, "dízimo"
Pelo versículo chave desta seção (Gên. 14:20) temos a visão Bíblica em relação a este assunto. O dízimo era dado em louvor a Deus pelas bênçãos recebidas. Antes da lei existiu o dízimo e tinha como objetivo louvar e bendizer ao Senhor Deus. Dar o dízimo mostra o senhorio de Deus sobre tudo o que temos. É o reconhecimento de que os bens que temos, vieram dEle (Heb 7:1-9). É colocar Deus em primeiro lugar (Prov. 3:9). Dar o dízimo não deve ser uma ação forçada, mas espontânea em amor e louvor a Ele pela bênção de poder trabalhar ou ganhar, lucrar e aumentar a nossa fazenda. Quando os dízimos não são dados Deus já interpreta a falta dessa ação como uma amostra do estado de um coração egoísta (Mal 3:8-10). Realmente podemos ver a sabedoria na ação, “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí está também o vosso coração” (Mat. 6:21).
Há dízimos e há ofertas. O dízimo é uma obrigação moral e as ofertas são ações extras que queremos mostrar além de um amor básico. É uma oportunidade para nos sacrificarmos mais pela obra de Deus além do normal e comum. As ofertas também mostram o nosso amor e Deus as recebe como prova do nosso amor por Ele. Ele também vê a falta de ofertas como uma falta de amor em relação a Ele (Mal 3:8). As ofertas podem ser dadas sistematicamente e por causas definidas (I Cor 16:1,2).
A ação de dar dízimos e ofertas à obra de Deus deve ser “segundo as possibilidades” (I Cor 16:1; Deut 16:17; Mat. 5:42) , sistematicamente (I Cor 16:1) e com alegria (II Cor 9:7).
O trabalho abençoado por Deus é aquele cujo os frutos honram e louvam a Ele. Os exemplos de dinheiro sendo empregado na obra de Deus dá-nos parâmetros de quanto é necessário que sejam os dízimos e as ofertas na igreja como também onde deve ser empregado o dinheiro recolhido pela igreja através dos dízimos e das ofertas.
• Ao homem de Deus. II Cor 8:9

“Digno é o operário do seu alimento” - Mat. 10:10

Num 18:26 (lei), “levitas ... receberdes os dízimos dos filhos de Israel” (Deut 12:19)
I Reis 17:9, “eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente.” V. 13, “faze dele primeiro para mim um bolo pequeno”
I Cor 9:7-14, v. 13, “os que administram o que é sagrado comem do que é do templo ... e os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar”, v. 14, "aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho"
Gal. 6:6, "reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.”
I Tim 5:17,18, "os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra”

• À Obra Local. Efés 5:23, “Cristo é a cabeça da igreja, sendo Ele próprio o salvador do corpo.”

“Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”
Mat. 22:21

Não é vergonhoso, anti-ético, em oposição a Bíblia, nem invenção humana a igreja receber ofertas. O espírito de dar dinheiro em adoração a Deus não fica em nada ofendido quando a igreja passa a cesta para receber as ofertas dos membros. A igreja está praticando, na verdade, o que é digno para com Deus. A igreja é o corpo de Cristo e por Cristo Deus é sempre glorificado (Efés 5:23: João 12:28). Dar ofertas a igreja em adoração a Deus é uma prática consistente que tem como propósito principal dar ofertas a Deus reconhecendo o Seu senhorio e mostrando gratidão pelas bênçãos recebidas (Gên. 14:20).
Dando os dízimos e as ofertas a igreja estaremos seguindo o exemplo da igreja que Cristo estabeleceu aqui na terra quanto esteve aqui. Ainda antes da crucificação, o ajuntamento de Cristo já tinha um tesoureiro que cuidava do dinheiro que era utilizado para suprir as necessidades daquele próprio ajuntamento (João 13:29).

Êx 25:1-8 - eram várias as ofertas dadas para a construção do tabernáculo (Êx 35:29).
II Reis 12:1-16, o povo entregaria o dinheiro à casa do Senhor.
I Cron. 29:1-9, o povo contribuiu voluntariamente para a construção do templo.
Mal 3:10, "para que haja mantimento na minha casa"
Mar 12:41-44, Jesus estava observando o que foi colocado na arca do tesouro. Ele não condenou a coleta mas o espírito mesquinho daqueles que estavam dando. Dessa forma a ação generosa da viúva foi apontada como exemplo de verdadeiro espírito ao ofertar ao Senhor.
Em Atos 4:32-37, o dinheiro do povo foi trazido à igreja para suprir as necessidades do povo na igreja.

É uma benção participar da obra de Deus e Deus aceita essa atividade como uma adoração verdadeira quando é dada verdadeiramente pelo espírito. Quando todos os membros de uma família participam juntos, há uma alegria geral. É importante os pais ensinarem os filhos sobre as bênçãos desta atividade.
• Às Obras Missionárias
“Todavia fizestes bem em tomar parte na minha aflição” Fil. 4:14

A obra missionaria é custosa mas não se aparta da obra local. A igreja é missionária por sua natureza (Mat. 28:19,20). O que é da igreja também deve ser usado para missões. Também temos o exemplo no Novo Testamento o exemplo de ofertas especiais que eram recebidas e enviadas aos missionários em seus respectivos campos e esses ofertas não eram parte das ofertas recebidas normalmente pela igreja.

Rom 15:26, “uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém.”
Fil. 4:15-20, “Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a Tessalônica.”
II Cor 8:4,7,8, 10-12,19, “nesta graça que por nós é ministrada”

Obs. Há várias maneiras que uma igreja pode empregar para recolher ofertas missionárias. Essas diferentes maneiras são citadas para que todos as conheçam e se for conveniente empregue uma para o uso na igreja. Há igrejas que separam uma porcentagem de todas as ofertas recebidas no mês e essa quantia separada é destinada a missões. Com o passar do tempo e com o crescimento na graça, a porcentagem poderia ser aumentada assim tornando-se cada vez mais uma igreja missionaria. Há igrejas que passam uma cesta enfeitada especialmente para missões para que os membros participarem além dos dízimos com uma oferta para missões. Essa cesta seria passada num determinado culto todo domingo. Um domingo a cada mês pode ser fixado para que tudo que for recebido como dízimos e ofertas naquele domingo seja direcionado para as obras missionárias. Há também um sistema chamado ‘promessa pela fé’ que funciona assim: no começo do ano os membros que querem participar deixam a diretoria da igreja saber que eles se propõem a dar uma quantia específica extra todo mês para o uso de missões além das ofertas normais. Essa quantia então é recolhida mensalmente em envelopes marcados especialmente para missões. Dessa forma a diretoria da igreja pode saber de antemão o valor que vai receber por mês e pode planejar o envio mensal de ofertas aos missionários no campo. Com o passar do tempo os membros, crescendo na graça de ser generosos, aumentam as ofertas dadas e a igreja aumenta os valores enviados para as obras missionárias.

5. Como Ser Abençoado
A Bíblia é a nossa única regra de fé e ordem, ela cuida de tudo que é necessário para que o homem agrade a Deus. Sobre o assunto do dinheiro, ela não é diferente. A Bíblia mostra como ser abençoado, ou melhor, como usar o dinheiro na maneira sábia para sermos abençoados. Deve ficar claro que a Bíblia não mostra ao homem como ficar rico ou abençoado com bens. Quando falamos em ser abençoados no assunto do dinheiro, falamos de como usar o dinheiro para agradar a Deus. Deus ficando agradado haverá bênçãos. Estas bênçãos podem ser virtudes, sabedoria, ou até mesmo bens. O alvo para o justo é agradar a Deus, não receber qualquer benção. Segue abaixo algumas regras para ouso do dinheiro de maneira sensata e assim obedecendo a Deus sobre o assunto do dinheiro.

• Seja fiel. Mal 3:10 (Luc 19;17; II Cor 8:12)
• Seja generoso. Fil. 4:18,19; Luc 6:38 (II Cor 8:2-5) • Seja honesto. II Cor 8:20,21
• Seja sábio. Prov. 21:20

O assunto sobre como ser abençoado pode ser resumido com o seguinte versículo:
“Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” Provérbios 3:9,10
B. Os Perigos
A forma de se obter o dinheiro pode determinar se ele é uma benção ou um perigo. Assim como é uma verdade que “em todo trabalho há proveito” (Prov. 14:23) também é verdade que “os tesouros da impiedade de nada aproveitam” (Prov. 10:2). Há a necessidade de um equilíbrio quando se pensa no assunto de dinheiro.

1. Amor ao Dinheiro/ Avareza/ Cobiça
Deus quer ser amado acima de tudo (Mar 12:30). Qualquer coisa que esteja antes do amor a Deus já é pecado. O amor ao dinheiro é tratado com palavras distintas na Bíblia e necessita de uma atenção especial. Podemos ver a atitude de Deus diante desse amor que o homem freqüentemente coloca entre ele e Deus estudando o resultado de amar o dinheiro. O fim do homem que ama o dinheiro ensinará o homem sábio:

“Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males;
e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” I Tim 6:9, 10

• Prov. 1:17-19 "perder a alma"

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O QUE É MARANATA?










Maranata (do original מרנא תא) é uma expressão aramaica que ocorre uma vez na Bíblia, empregada pelo Apóstolo Paulo na Primeira Epístola aos Coríntios capítulo 16 versículo 22 (Se alguém não ama ao Senhor, seja anátema. Maranata.). O termo é a composição de duas palavras, que transliteradas dão origem à palavra Maranata e que significa "O Senhor vem!" ou ainda "Nosso Senhor vem!". No desfecho do livro do Apocalipse, a mesma expressão é utilizada como uma oração ou pedido, desta feita na língua grega, e traduzida por: “Vem, Senhor”.

Origens históricas do nome
Na época do Velho Testamento, o Rei viajava para fazer justiça. Um arauto (Mensageiro do Rei) ia adiante dele tocando a trombeta e advertindo o povo: O Rei está vindo, Maranata !. Aqueles que esperavam por justiça desejavam a vinda do Rei. O povo da terra a ser visitada preparava-se para sua chegada limpava e reparava os caminhos, demonstrando assim obediência e desejo de agradar ao Rei.

A palavra parece ter sido usada como uma "senha" entre os cristãos da igreja primitiva, e provavelmente foi neste sentido usada pelo Apóstolo Paulo.

Entretanto, a palavra anátema colocada logo antes no texto bíblico causa algumas discrepâncias em traduções para língua utilizada nos dias atuais pois como os textos originais em grego do Novo Testamento não tinham pontuação, alguns tradutores que não conheciam o significado da palavra Maranata colocavam as palavras juntas e traduziram o verso como Se alguém não ama ao Senhor seja anátema maranata. Mas é certo que a expressão assim colocada não faz sentido.

A palavra “Maranata” era também utilizada nos cultos para invocar a presença do Senhor na Ceia.

Era usada ainda para expressar o desejo de seu retorno para estabelecer seu Reino. Equivale ao pedido feito pela Igreja na oração dominical: “Venha o teu Reino”. Com relação à volta do Senhor Jesus, “Maranatha” tinha um duplo sentido: era uma oração – “Vem, Senhor” – e uma expressão de fé – “O Senhor está voltando!”. O uso da palavra nos tempos do Novo Testamento indicava a forte expectativa dos crentes de que o Senhor Jesus voltaria. Essa fé e a disposição de anunciar a volta do Senhor Jesus eram reforçadas pelo poder, pelos dons espirituais e por sinais que o Senhor operava em seu meio, demonstrando que ele estava vivo no meio do Seu povo! A frase pode ter sido usado como saudação entre Os primeiros cristãos, e é possivelmente desta maneira que ele foi usado pelo apóstolo Paulo.

O sentido grego original de "anátema"A doação ou sacrifício a Deus, conduz à interpretação de que" Anathema Maranatha "em um contexto do Novo Testamento pode significar" um dom de Deus para a vinda de nosso Senhor. " John Wesley em sua Notas sobre a Bíblia comenta que, "Parece ter sido comum com os judeus daquela época, quando tinham pronunciado anátema sobre qualquer um, para acrescentar a expressão siríaco, Maran - atha, isto é," O Senhor, "ou seja, a vingança sobre ele ". A Enciclopédia Católica afirma, "Anathema significa também ser sobrecarregado com Maledictions ... Em uma data próxima a Igreja adoptou a palavra anátema para significar a exclusão de um pecador da sociedade dos fiéis, mas a maldição foi pronunciada, principalmente contra os hereges. " O entendimento negativo da Maranatha começou a desaparecer no final do século XIX; Jamiesen, Fausset e comentários de Brown de 1871 Maranatha separado do anátema da mesma forma como os estudiosos modernos. No entanto a interpretação tradicional ainda é ocasionalmente encontrada entre alguns cristãos de hoje.

Utilização da palavra nos dias atuais
"Maranata" é o nome de uma música por artista cristão Michael Card. É também o nome de uma canção Christian hip hop artista Sho BarakaBand, bem como o título de um álbum de black metal sueco Funeral Mist.

"Maranata" Atualmente a expressão é também utilizada por cristãos católicos da Renovação Carismática, para referenciar o arrebatamento da igreja.

terça-feira, 13 de julho de 2010

HOMEM DE NAZARÉ - PARTE II









O "Homem de Nazaré" - Parte II
História do homem que mudou o rumo da história. Jesus não discorria sobre uma fé sem inteligência.
Na última postagem, interrompi nossa matéria dizendo que, apesar de Jesus falar de fé como um processo de existência transcendental, Ele não anulava a arte de pensar; pelo contrário, era um mestre excepcional nesta arte. Jesus não discorria sobre uma fé sem inteligência. Para Ele, primeiro deveria se exercer a capacidade de pensar e refletir antes de crer, depois vinha o crer, sem duvidar. E assim Ele procedia.
Um dos maiores problemas enfrentados por Jesus, já naquele tempo, era o cárcere intelectual em que as pessoas viviam, ou seja, a rigidez intelectual com que elas pensavam e compreendiam a si mesmas e ao mundo que as envolviam. Por isso, apesar de falar de fé como ausência de dúvida, Ele também era um mestre sofisticado no uso da arte da dúvida. Ele a usava para abrir as janelas da inteligência das pessoas que o circundavam. Como? Usava a arte da pergunta para conduzir as pessoas a se interiorizar e a se questionar. Investigar com critério aquilo que se vê e ouve é respeitar a si mesmo e a sua própria inteligência - pois se alguém não respeita sua própria inteligência não pode respeitar aquilo em que acredita.
Jesus não se comportava nem como herói e nem como anti-herói. Sua inteligência era ímpar. Seus comportamentos fugiam aos padrões do intelecto humano. Quando todos esperavam que falasse, Ele silenciava. Quando todos pensavam que tirasse proveito dos atos sobrenaturais que praticava, pedia que as pessoas ajudadas por Ele não contassem a ninguém o que havia feito. Ele evitava qualquer tipo de ostentação. Seus comportamentos incomuns, seus gestos que extrapolam os conceitos, Sua capacidade de considerar a dor de cada ser humano mesmo diante de sua própria dor fazem do Homem de Nazaré alguém totalmente amável.
Na noite em que foi traido, facilitou Sua prisão pois levou consigo apenas três dos Seus discípulos. Não quis que a multidão que sempre O acompanhava estivesse presente naquele momento. Não queria derramar sangue ou causar qualquer tipo de violência. Ele estava preocupado tanto com a segurança das pessoas que O seguiam como com a dos Seus opositores, daqueles que O prendiam. Ele previu Sua morte por algumas vezes e facilitou Sua prisão.
Evidentemente, há muito mais para relembrarmos deste Homem de Nazaré e continuaremos nessa missão, seja através esta coluna, ou em nossos Seminários, Cursos, Palestras motivacionais, Pregações ou encontros dos Amigos de Jesus, em todo lugar, e sempre!
Vamos dar sequência a esta série sobre “O HOMEM DE NAZARÉ” e continuar aprendendo com este Mestre da escola em que muitos intelectuais, cientistas, psiquiatras, psicólogos, professores, educadores, pastores e doutores são pequenos aprendizes – a ESCOLA DA EXISTÊNCIA!
Todos os AMIGOS DE JESUS querem e trabalham para que Ele ocupe sempre o primeiro lugar em todas as áreas do seu viver diário. E este Homem de Nazaré ressurreto continua provando que está vivo. Se tens uma necessidade urgente, (seja na sua alma, no corpo, no lar, nas finanças, etc), confira isso pessoalmente onde você estiver (onde estás, fale diretamente com Ele e verás que Ele está vivo PARA VOCÊ, também) ou procure uma Igreja onde Ele seja o centro de todas as atenções, inclusive no púlpito.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

QUEM É O HOMEM DE NAZARÉ?

















O "Homem de Nazaré" - Parte I
Ele abalou os alicerces da história humana por intermédio de sua própria história. Seu viver e Seus pensamentos atravessaram gerações, varreram séculos, embora Ele nunca tenha procurado "status" social nem político...
Imagino que todos, ou quase todos, sabem que houve um homem que viveu a mais de dois mil anos e que, não apenas brilhou em sua inteligência, mas teve uma personalidade intrigante, misteriosa e fascinante. Ele conquistou uma fama indescritível e milhares O amam, veneram e adoram. Quase todas as nações do mundo comemoram seu nascimento; todavia, em detrimento de sua fama, algumas áreas fundamentais da sua inteligência como homem são muito pouco conhecidas.
A história de Jesus, o homem de Nazaré, teve particularidades em toda a sua trajetória; do seu nascimento à Sua morte. Ele abalou os alicerces da história humana por intermédio de sua própria história. Seu viver e Seus pensamentos atravessaram gerações, varreram séculos, embora Ele nunca tenha procurado “status” social nem político e… nem mesmo escrito nenhum livro. No entanto, é o mais estudado e de Quem mais se fala, predica-se e escreve-se. Este Homem destilava sabedoria até mesmo diante de suas dores e era íntimo na arte de pensar.
Ele não nasceu debaixo da cultura clássica de Sua época. Quando abriu a boca, produziu pensamentos de inconfundível complexidade. Com pouco mais de trinta anos (SÓ TRINTA ANOS!) perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos de Sua época. Os escribas e fariseus, que eram intérpretes e mestres da lei, que possuiam uma cultura milenar rica, ficaram chocados com Seus pensamentos.
Sua vida sempre foi árida, sem nenhum privilégio econômico e social. Conheceu intimamente as dores da existência. Contudo, ao invés de se preocupar com as suas próprias dores e querer que o mundo gravitasse em torno das Suas necessidades, Ele se preocupava com as dores e necessidades alheias.
O sistema político e religioso não foi tolerante com Ele, mas Ele foi tolerante e dócil com todos, mesmo com seus mais ardentes opositores. Jesus vivenciou sofrimentos e perseguições desde a Sua infância. Foi incompreendido, rejeitado, zombado, cuspido no rosto. Foi ferido física e psicologicamente. Porém, apesar de tantas misérias e sofrimentos, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, Ele exalava tranquilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no seu mais poético sentido.
A personalidade de Jesus é difícil de ser estudada. Suas reações intelectuais e emocionais eram tão surpreendentes e incomuns que ultrapassam os limites da previsibilidade psicológica.
Quem foi Jesus, este Homem de Nazaré?!
Tal pergunta entra na esfera da fé, uma esfera que ultrapassa os limites da investigação científica, que transcende a ciência da interpretação. A ciência se cala quando a fé se inicia. A fé transcende a lógica, é uma convicção em que há ausência total da dúvida. A ciência sobrevive da dúvida. Quanto maior fôr a dúvida, maior poderá ser a dimensão da resposta. Sem a arte da dúvida, a ciência não tem como sobreviver e expandir a sua produção de conhecimento.
Jesus discorria sobre a fé. Falava da necessidade de crer sem duvidar, de uma crença plena, completa, sem insegurança. Falava de fé como um misterioso processo de interiorização, como um viver que transcende o mundo material, que extrapola o sistema sensorial e que cria raízes no âmago do espírito humano.
Apesar de Jesus falar de fé como um processo de existência transcendental, Ele não anulava a arte de pensar; pelo contrário, era um Mestre excepcional nesta arte. Jesus não discorria sobre uma fé sem inteligência. Para Ele, primeiro deveria se exercer a capacidade de pensar e refletir, antes de crer; depois vinha o crer sem duvidar. Os Evangelhos mostram como Jesus reagia e expressava Seus pensamentos e constatam que pensar com liberdade e consciência era uma obra-prima para Ele. E…
Continuaremos com Jesus, o Homem de Nazaré, não só na próxima postagem mas para sempre. Amém! Até lá.